Passou rápido, mas em 29/05/09 iniciei este blog.
O primeiro post não poderia deixar de ser o clip de "The Fly" do U2. :=D
Em 24 de maio, se comemora o Dia Nacional do Café. Conhecido por pingado, cortado, latte, expresso ou cappuccino, dependendo do modo de preparo e da combinação de ingredientes, a bebida ultrapassou o seu aroma, sabor e qualidade e se tornou uma tradição nacional. O que era até bem pouco tempo atrás questionado por médicos e seguidamente associado ao estresse e a falta de sono é hoje a segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água.
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o consumo de café aumentou mais de 5% nos últimos anos. De origem etíope, chegou ao Brasil em 1727 e transformou o país no maior produtor e exportador de café do mundo além de um dos principais consumidores.
Seguindo uma tendência mundial, no Brasil o hábito de tomar café está cada vez mais ligado a um momento especial. Por isso, a predileção pelas cafeterias vem crescendo tanto. O que tem atraído a nova clientela é a proposta inovadora das lojas que apostam em um ambiente que alia conforto a um serviço diferenciado. Nesses estabelecimentos além de ser possível encontrar diversos tipos de cafés, é comum se ter a acesso a internet assim como a produtos de marca própria.
Além de um hábito, tomar café apresenta diversos benefícios ao organismo. Isso porque funciona como estimulante natural e as pessoas que mantêm o hábito regular de consumo da bebida estariam, de acordo com especialistas e estudiosos, menos propícias a desenvolver disfunções como mal de Alzheimer e depressão.
O café ajuda, ainda, a inibir a predisposição ao alcoolismo e contribui para o emagrecimento, uma vez que a ação estimulante da cafeína aumenta o consumo de energia e, consequentemente, o gasto calórico.
Conheça os principais tipos:
Expresso
Apresenta sabor rico, aroma duradouro e uma doçura caramelada. Uma dose fresca forma três camadas: o creme aromático, o corpo, e o coração escuro e intenso. O creme captura os sabores complexos, mas se dissipa rapidamente — e é por isso que um expresso é sempre feito na hora e servido imediatamente.
Café Latte
Um expresso rico e encorpado, suavizado por uma dose generosa de leite vaporizado, e coberto com um toque de espuma de leite.
Cappuccino
Expresso misturado com camadas de leite levemente vaporizado, coberto por uma nuvem de espuma. Com menos leite do que um latte, o cappuccino oferece um rico sabor expresso e tem uma textura mais luxuosa.
Café Americano
O Café Americano é uma versão européia do café estilo americano: expresso encorpado, combinado com água fervente.
Café Mocha
O intenso sabor do xarope de chocolate mocha e um saboroso expresso são misturados ao leite vaporizado e complementados com uma nuvem generosa de chantily.
Café Pingado/Cortado
É composto por meia dose de café comum com a mesma medida de leite.
Café Carioca
O Café Carioca é feito com meia porção de expresso com a mesma medida de água quente, servido em xícara de 50 ml.
Fonte:http://bares-e-restaurantes.hagah.com.br/especial/rs/gastronomia-rs/19,0,2871209,Cafe-e-a-segunda-bebida-mais-consumida-no-mundo.html
Em 10 de maio de 1960, nascia o vocalista do U2. Cinco décadas de vida, mais de trinta de U2 e uma luta constante pela desigualdade e injustiça social no mundo. Esse é Paul David Hewson, conhecido no começo da carreira como Bono Vox e hoje, apenas como Bono, não se destaca apenas por ser o vocalista de uma das bandas mais importantes do mundo.
Seu papel como rockstar vai além dos palcos gigantescos e tecnológicos do U2 e o diferencia dos outros nomes do rock n’ roll. “Como um astro do rock, tenho dois instintos: quero me divertir e quero mudar o mundo. Tenho a chance de fazer ambos”, frase de Bono. Mas, para alguns, seu lema irrita e o intitula como o chato-político.
Até seu cargo no U2 correu risco de perder anos atrás. No fim de 2005, revelou em entrevista a BBC de Londres que quase foi expulso da banda por conta de usar tanto o microfone para lutar pelas causas que defende.
“Houve um momento que eu tive medo de ser botado para fora do U2 por ser chato de mais. Essa coisa contra a fome pode cansar. E a primeira função de uma banda de rock é ela não ser chata”.
Em 1985, Bono foi um dos artistas mais ativos do ‘Live Aid’ – evento organizado por Bob Geldof com o objetivo de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia - a partir desse festival, começou a abraçar causas de desigualdade e injustiça social.
No começo dos anos 2000, ajudou a fundar a ‘DATA’ que trabalha com grupos religiosos em questões como doenças globais e fome. A ‘RED’ também foi criada por Bono e já ajudou milhões de mulheres grávidas na África, mulheres que se submetem a tratamento para prevenir a transmissão do vírus HIV para seus bebês.
Em 2005, mais uma vez Bono estava envolvido em evento contra a fome. Dessa vez, era o 'Live 8'. Uma série de shows que ocorreram nos dias 2 e 6 de julho de 2005 nos países integrantes do G8 e África do Sul. O evento tinha como principal objetivo pressionar os líderes mundiais para perdoar a dívida externa das nações mais pobres do mundo.
Bem o mal visto por pregar o lema “salvar o mundo”, Bono é um artista com rara capacidade de ter o controle total de sua platéia, seja em um pequeno teatro, ou num grande estádio, como o de Wembley, onde quebrou com 88 mil pessoas, o recorde de público local, no ano passado. Apesar da alta tecnologia utilizada pela banda há muitos anos em suas performances, o que faz a diferença é o cara que comanda a festa.
Fato é, assinando Vox ou não, sendo visto como o chato político ou apenas como o Bono cinquentão, vocal da banda que com mais três caras arrebenta no palco, vale a pena pegar qualquer disco da sua carreira e colocar para tocar; e tocar alto. Afinal, U2 com qualquer Bono é para ouvir, ver e ver de novo, e ouvir outra vez...
Bono perfil
Filho de pai católico e mãe protestante, numa Irlanda separada por conflitos religiosos, Bono cresceu com uma forte espiritualidade, que influenciou não somente seu sentimento humanitário, mas muitas de suas músicas.
O objeto procurado em “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”, por exemplo, é o Espírito Santo. Seu pseudônimo "Bono" – é uma adaptação de Bona Vox, uma marca de aparelho auditivo que em Latim traduz-se como "boa voz". Vale lembrar que há anos Bono não usa mais o Vox.
O vocal do U2 é admirador incondicional de Elvis Presley. Ele já até vestiu a roupa dourada, parecida com a que Elvis usou em shows, e segundo ele, até sentiu a presença do mesmo; escreveu um longo poema, e deu nome a um de seus filhos de Memphis Eve (Memphis, cidade onde Elvis viveu e morreu). Hoje, aos 50 anos, Bono é casado com Alison Stewart e além Memphis, tem mais três filhos.
U2
Nos fim dos anos 70, Larry Mullen Jr., com apenas 14 anos, colocou um anúncio na escola, ‘Mount Temple High School’, em Dublin, na Irlanda à procura de integrantes para formar uma banda.
A propaganda resultou na formação do Feedback, que incluía Larry na bateria, Adam Clayton no baixo, Paul Hewson (Bono) no vocal, David Evans (The Edge) na guitarra e o seu irmão Dick, também na guitarra.
Após meses de ensaios, o Feedback virou The Hype. A banda tocou com este nome num concerto para a descoberta de novos talentos em Limerick, na Irlanda e venceu o concurso. Jackie Haden, da CBS Records, que fazia parte do júri, ficou impressionado com a banda. Nascia ali a sua primeira demo.
O punk rocker de Dublin, Steve Rapid disse que The Hype não era um bom nome. Por conta da família de Adam ser muito ligada à aviação, sugeriu um novo nome: U2 (Lockheed U-2, nome de um avião-espião utilizado pelos EUA durante a Guerra Fria e que foi aceito e se tornou o nome oficial da banda.
Em Março de 1980, sem Dick (irmão de The Edge) eles assinam um contrato com a Island Records que em outubro do mesmo ano editava o seu primeiro álbum ‘Boy’. De lá para cá, foi um álbum atrás do outro, muito sucesso, palcos gigantes e ricos em tecnologia e o espetáculo que se tornou o show do U2.
U2 no Brasil
Em 1998, no Estádio do Morumbi, a banda fez sua primeira apresentação no país. O U2 veio divulgar o disco ‘Pop’, de 1997. Em 2000, voltou para gravar o clip da música ‘Walk On’, no Rio de Janeiro.
Em 20 de fevereiro de 2006, o U2 estava outra vez no país com a turnê ‘Vertigo’, e mais uma vez no Morumbi, em São Paulo, para tocar para um público de mais de setenta mil pessoas. No dia seguinte, dia 21, novo espetáculo para mais um dia de Morumbi lotado. Neste dia, Bono chegou a brincar dizendo que aquela era “a festinha particular”, já que o primeiro show foi transmitido para todo o Brasil.
Fonte: http://www.territorioeldorado.limao.com.br/musica/mus50847.shtm
Café é coisa brasileira. Determinou grandes momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos, é da nossa cultura. Nós não temos o hábito do chá das cinco, como os ingleses, mas é só chegar uma visita em casa, que corremos para fazer um café fresquinho, "passado na hora".
Durante muito tempo o nosso simpático cafezinho ficou sem prestígio. Sua imagem foi associada a idéias negativas, como estresse e distúrbios do sono.
Alguns estudos, aliados a programas de controle de qualidade do café consumido no Brasil, conseguiram mudar este quadro. O produto reconquistou o respeito da população. Revigorado, com novo marketing, ganhou novas versões para atingir consumidores mais exigentes: agora, você pode escolher se seu café é descafeinado, ou orgânico, ou liofilizado; granulado, solúvel, torrado e moído, torrado em grão; café forte, suave, extra-forte...
Lendas do café
Café forte - dizem que o café foi criado pelo arcanjo Gabriel, que quis oferecer ao profeta Maomé uma bebida que o revigorasse. Parece que o efeito foi bom mesmo: Maomé bebeu o café e tornou-se capaz de derrubar quarenta cavaleiros e conquistar quarenta mulheres. A lenda só não diz quanto o profeta teve que beber para conseguir a façanha!
Café santo - quando o café chegou à Itália, no século XVII, foi boicotado por alguns cristãos fanáticos, que achavam que o produto era uma "invenção de Satanás". Só que, quando o Papa experimentou, gostou tanto que resolveu abençoar o café para vencer Satanás - e tornar o café a bebida cristã.
Café com música - na Alemanha, o café era servido com música. O casamento das duas paixões alemãs é a "Cantata ao Café", composta por Johann Sebastian Bach para ser tocada nos estabelecimentos onde a bebida era servida - as Kaffehaus.
Café misterioso - os turcos conheciam bem o café e foram um dos povos a levá-lo à Europa. Ocuparam Viena, mas tiveram que abandonar a cidade quando chegaram as tropas libertadoras. Foi o maior alvoroço e, na pressa, deixaram várias sacas de um produto misterioso. O que seria? Um homem que já havia vivido no Oriente reconheceu ali o café e aproveitou para vendê-lo, com açúcar e chantilly. Este é o famoso café vienense.
Café brasileiro - O café chegou ao Brasil no século XVIII, envolto em lendas e romance. A fruta, que já era plantada na Guiana Francesa, estava proibida aos portugueses. O sargento-mór Francisco de Melo Palheta foi designado para trazê-la e, conta-se, só teria conseguido porque a esposa do governador da Guiana, apaixonada por Palheta, o teria presenteado com sementes do "ouro negro". Não se pode ter certeza sobre a paixão da primeira-dama, mas seu papel foi fundamental no contrabando das sementes proibidas.
Café brasileiro II - o café foi o produto que veio a substituir a exploração do ouro e da cana-de-açúcar na era pós colonial, acompanhando assim o desenrolar da economia da época. Espalhou-se pela Região Sudeste, em que o clima era bastante propício, e por conta disto surgiram e se desenvolveram importantes cidades. Junto com o desenvolvimento, porém, trouxe o desmatamento. Nossa Mata Atlântica foi dizimada. A Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, é a maior floresta urbana do mundo, mas não sobraria muita coisa para contar a história se não fosse pelo processo de reflorestamento, que recuperou a mata devastada pelas plantações.
Fonte:http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/cafe/home.htmlhttp://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/cafe/lendas.html
“Em nenhuma lista de Melhores Seriados da década irá faltar 24 HORAS. Seja pela inovação de formato narrativo ou pelo carisma do personagem principal, é inquestionável a contribuição da trama para a história da TV americana. Responsável pela execução do conceito “tempo real” em novembro de 2001, o show da rede Fox indicava uma série de vida curta. Afinal, quanto fôlego os produtores teriam para mostrar em sequência um dia inteirinho da vida de um agente especial sem torná-la cansativa? Hoje, nove anos depois, a resposta é conhecida: a fórmula já está consagrada.
Mesmo antes de soar o primeiro bipe do reloginho digital marcador dos intervalos de cada episódio é fácil sentir que esta série é diferente. 24 HORAS é mais uma do estilo “ame ou odeie” – indiferente ninguém fica. Capitaneada pelo controverso personagem batizado Jack Bauer, espécie de McGyver com apoio da mais moderna tecnologia e dono de um instinto kamikaze, 24 é sem dúvida o seriado de mais ação no ar atualmente. Em sua oitava temporada, equivalente a apenas oito miseráveis dias na vida do personagem, o show tirou do ostracismo a carreira do ator Kiefer Sutherland, que não raro era referido como “o ex-noivo de Julia Roberts” que perdeu a musa após uma noitada com prostitutas. Enquanto seu personagem busca por redenção, seu intérprete já a encontrou. O show baseado no anti-herói que faz o certo por meios duvidosos não se contenta em distribuir sopapos, tiros e bombas ao longo dos episódios. 24 HORAS inevitalmente aposta em um pano de fundo social e político, quase sempre oportuno, que suscita grandes discussões na mídia. Foi assim na estreia – dois meses após os ataques às Torres Gêmeas, com uma trama que envolvia atentados à América – e segue assim desde então – como na sétima temporada, quando adentrou a Era Obama questionando os atos do passado. A serviço de seu país, ocupando postos na CTU (Unidade de Contra-Terrorismo, na tradução) e no Departamento de Defesa, ou até mesmo solitário na África, caso do telefilme derivado da série, Jack Bauer derruba inimigos e arrebata fãs na mesma velocidade. Já é clássico na série o “mocinho” tropeçar em agentes infiltrados, prova de que o RH do serviço público dorme no ponto. Entre um salvamento e outro, tanto de um presidente americano quanto de cidades inteiras, são construídos laços de amizades no ambiente de trabalho e uns poucos amores, nunca com finais felizes. Mas não há tempo para lamentar as perdas: a vida tensa de Bauer recomeça a cada temporada, sem direito a pit stops no banheiro ou sequer um lanchinho.” (Camila Saccomori)
Fonte:http://sociedadedosblogsdeseries.wordpress.com/2010/03/27/top-20-melhores-series-da-decada-parte-4/