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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dia internacional do Café


Café é coisa brasileira. Determinou grandes momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos, é da nossa cultura. Nós não temos o hábito do chá das cinco, como os ingleses, mas é só chegar uma visita em casa, que corremos para fazer um café fresquinho, "passado na hora".

Durante muito tempo o nosso simpático cafezinho ficou sem prestígio. Sua imagem foi associada a idéias negativas, como estresse e distúrbios do sono.

Alguns estudos, aliados a programas de controle de qualidade do café consumido no Brasil, conseguiram mudar este quadro. O produto reconquistou o respeito da população. Revigorado, com novo marketing, ganhou novas versões para atingir consumidores mais exigentes: agora, você pode escolher se seu café é descafeinado, ou orgânico, ou liofilizado; granulado, solúvel, torrado e moído, torrado em grão; café forte, suave, extra-forte...

Lendas do café

Café forte - dizem que o café foi criado pelo arcanjo Gabriel, que quis oferecer ao profeta Maomé uma bebida que o revigorasse. Parece que o efeito foi bom mesmo: Maomé bebeu o café e tornou-se capaz de derrubar quarenta cavaleiros e conquistar quarenta mulheres. A lenda só não diz quanto o profeta teve que beber para conseguir a façanha!

Café santo - quando o café chegou à Itália, no século XVII, foi boicotado por alguns cristãos fanáticos, que achavam que o produto era uma "invenção de Satanás". Só que, quando o Papa experimentou, gostou tanto que resolveu abençoar o café para vencer Satanás - e tornar o café a bebida cristã.

Café com música - na Alemanha, o café era servido com música. O casamento das duas paixões alemãs é a "Cantata ao Café", composta por Johann Sebastian Bach para ser tocada nos estabelecimentos onde a bebida era servida - as Kaffehaus.

Café misterioso - os turcos conheciam bem o café e foram um dos povos a levá-lo à Europa. Ocuparam Viena, mas tiveram que abandonar a cidade quando chegaram as tropas libertadoras. Foi o maior alvoroço e, na pressa, deixaram várias sacas de um produto misterioso. O que seria? Um homem que já havia vivido no Oriente reconheceu ali o café e aproveitou para vendê-lo, com açúcar e chantilly. Este é o famoso café vienense.

Café brasileiro - O café chegou ao Brasil no século XVIII, envolto em lendas e romance. A fruta, que já era plantada na Guiana Francesa, estava proibida aos portugueses. O sargento-mór Francisco de Melo Palheta foi designado para trazê-la e, conta-se, só teria conseguido porque a esposa do governador da Guiana, apaixonada por Palheta, o teria presenteado com sementes do "ouro negro". Não se pode ter certeza sobre a paixão da primeira-dama, mas seu papel foi fundamental no contrabando das sementes proibidas.

Café brasileiro II - o café foi o produto que veio a substituir a exploração do ouro e da cana-de-açúcar na era pós colonial, acompanhando assim o desenrolar da economia da época. Espalhou-se pela Região Sudeste, em que o clima era bastante propício, e por conta disto surgiram e se desenvolveram importantes cidades. Junto com o desenvolvimento, porém, trouxe o desmatamento. Nossa Mata Atlântica foi dizimada. A Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, é a maior floresta urbana do mundo, mas não sobraria muita coisa para contar a história se não fosse pelo processo de reflorestamento, que recuperou a mata devastada pelas plantações.

Fonte:

http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/cafe/home.html
http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/cafe/lendas.html

quarta-feira, 31 de março de 2010

24 Horas no Top 20 – Melhores Séries da Década


“Em nenhuma lista de Melhores Seriados da década irá faltar 24 HORAS. Seja pela inovação de formato narrativo ou pelo carisma do personagem principal, é inquestionável a contribuição da trama para a história da TV americana. Responsável pela execução do conceito “tempo real” em novembro de 2001, o show da rede Fox indicava uma série de vida curta. Afinal, quanto fôlego os produtores teriam para mostrar em sequência um dia inteirinho da vida de um agente especial sem torná-la cansativa? Hoje, nove anos depois, a resposta é conhecida: a fórmula já está consagrada.
Mesmo antes de soar o primeiro bipe do reloginho digital marcador dos intervalos de cada episódio é fácil sentir que esta série é diferente. 24 HORAS é mais uma do estilo “ame ou odeie” – indiferente ninguém fica. Capitaneada pelo controverso personagem batizado Jack Bauer, espécie de McGyver com apoio da mais moderna tecnologia e dono de um instinto kamikaze, 24 é sem dúvida o seriado de mais ação no ar atualmente. Em sua oitava temporada, equivalente a apenas oito miseráveis dias na vida do personagem, o show tirou do ostracismo a carreira do ator Kiefer Sutherland, que não raro era referido como “o ex-noivo de Julia Roberts” que perdeu a musa após uma noitada com prostitutas. Enquanto seu personagem busca por redenção, seu intérprete já a encontrou. O show baseado no anti-herói que faz o certo por meios duvidosos não se contenta em distribuir sopapos, tiros e bombas ao longo dos episódios. 24 HORAS inevitalmente aposta em um pano de fundo social e político, quase sempre oportuno, que suscita grandes discussões na mídia. Foi assim na estreia – dois meses após os ataques às Torres Gêmeas, com uma trama que envolvia atentados à América – e segue assim desde então – como na sétima temporada, quando adentrou a Era Obama questionando os atos do passado. A serviço de seu país, ocupando postos na CTU (Unidade de Contra-Terrorismo, na tradução) e no Departamento de Defesa, ou até mesmo solitário na África, caso do telefilme derivado da série, Jack Bauer derruba inimigos e arrebata fãs na mesma velocidade. Já é clássico na série o “mocinho” tropeçar em agentes infiltrados, prova de que o RH do serviço público dorme no ponto. Entre um salvamento e outro, tanto de um presidente americano quanto de cidades inteiras, são construídos laços de amizades no ambiente de trabalho e uns poucos amores, nunca com finais felizes. Mas não há tempo para lamentar as perdas: a vida tensa de Bauer recomeça a cada temporada, sem direito a pit stops no banheiro ou sequer um lanchinho.” (Camila Saccomori)

Fonte:

http://sociedadedosblogsdeseries.wordpress.com/2010/03/27/top-20-melhores-series-da-decada-parte-4/

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ração Humana

Hoje comecei a dieta com a ração humana, a idéia é substituir uma refeição (café da manhã - preferencialmente - ou a janta).



Informações sobre a ração humana:
A ração humana é um composto com diferentes tipos de ingredientes ricos em fibra. Controla colesterol e triglicerídeos, aumenta a resistência orgânica, regula o intestino e ajuda na desintoxicação do organismo.

A utilização da ração humana auxilia no emagrecimento pois tem a função de estabilização do sistema digestivo e diminui a absorção da gordura. É importante destacar que a ração humana tem o efeito de perda de peso, desde que sejam feitos exercícios físicos e que pelo menos uma das refeições seja substituída pela ração.

Ingredientes: Farelo de Aveia, fibra de trigo, Gérmen de trigo, leite de soja, semente de gergelim, semente de linhaça, levedo de cerveja, guaraná em pó, gelatina natural em pó e açúcar mascavo.

Fonte:

http://www.racaohumana.com.br/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Que noite!!!



Faltou articulação e presença ofensiva. Mas na raça o Colorado fez 2 a 1 de virada no Emelec, que desde o início mostrou que estava jogando pelo empate (e achou um golzinho numa falha da defesa).

Finalmente quebramos o tabu de não vencer na primeira rodada da Libertadores.

Abaixo os gols do Inter.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Filmes assistidos antes e durante o Carnaval



O Carnaval pra mim representa assistir filmes e ler livros, mas neste ano pulei os livros. :=D

Vamos aos filmes:

Filmes pré-carnaval
- Assalto ao carro blindado
- Terror na Antartida
- vicio Frenético
- It might get loud

Filmes durante o carnaval:
- Inimigo Íntimo
- Operação Valquíria
- Jogo entre Ladrões
- Fim dos Tempos
- o Desinformante

E já estão engatilhados "O Fim da Escuridão" e "Amor sem escalas".