Ao deixar de fora da dieta ovos, leites e queijos, eliminam-se grandes fontes de proteína e aumentam os riscos de deficiência em ferro e vitamina B12
Vegetariano é a pessoa que não come carne bovina, peixe, aves ou qualquer produto de origem animal. As razões para adotar esse tipo de alimentação são diversas, incluindo a preocupação com a saúde, com os animais, com o ambiente e a fome no mundo. Segundo a nutricionista Renata Rudoi Schwartz, a dieta dos vegetarianos inclui os mais variados grãos, cereais, legumes e hortaliças, além de soja e, em alguns casos, ovos.
– Trata-se de uma opção saudável e nutritiva de alimentação – garante Renata.
No entanto, há vegetarianos muito restritivos, conhecidos como “vegans”, que, ao deixar de fora da dieta ovos, leites e queijos, eliminam grandes fontes de proteína e aumentam os riscos de deficiência em ferro e vitamina B12. Para esse grupo, Renata recomenda exames periódicos para acompanhar os riscos de anemia.
– É uma questão de cuidado nutricional e de combinação de nutrientes, pois não é uma dieta necessariamente prejudicial à saúde – revela.
Renata faz um alerta importante: muitas pessoas que estão se tornando vegetarianas não consomem uma boa variedade de vegetais.
– Além disso, elas incluem doses generosas de cereais refinados, doces e outras fontes de carboidrato que não correspondem a um perfil saudável – diz.
Segundo Renata, em qualquer dos casos é essencial incluir a soja na dieta:
– Muitos não gostam de soja, mas não imaginam a variedade de temperos e formas de trabalhar esse alimento que podem deixá-lo bem mais saboroso.
Ser vegetariano virou uma filosofia de vida, mas é importante ser saudável também.
– Deixar de comer carne é possível se a pessoa investir na soja e em grãos proteicos como feijões, lentilha, grão de bico, acompanhados de cereais como arroz, trigo e produtos feitos a partir destes. Quanto mais integral, melhor – aconselha.
Com esses cuidados, pode-se ter uma dieta vegetariana mantendo um corpo saudável e disposto.
Os seis tipos de dietas vegetarianas
A dieta vegetariana é cheia de possibilidades, desde que haja informação e criatividade para o preparo dos alimentos. Resumidamente, existem seis formas de dietas vegetarianas, classificadas de acordo com os tipos de alimentos que são consumidos. Confira abaixo os produtos de origem animal que não entram na alimentação de cada uma:
:: Semivegetarianismo: a dieta semivegetariana diferente das demais dietas vegetarianas por excluir apenas a carne de mamíferos e abranger as carnes brancas. Exclui também a carne de aves, mas inclui peixes e/ou frutos-do-mar (pescetarianismo).
:: Ovolactovegarianismo: dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados deles. Nessa dieta só há a exclusão de qualquer tipo de carne da alimentação.
:: Lactovegetarianismo: dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados. Os que a seguem não comem ovos nem qualquer tipo de carne. Essa é a dieta tradicional da população indiana.
:: Ovovegetarianismo: composta apenas por alimentos de origem vegetal e ovos. Exclui produtos lácteos e seus derivados e carne.
:: Vegetarianismo Semiestrito: exclui quase todos os alimentos de origem animal, abrangendo somente o mel.
:: Vegetarianismo Estrito: também chamado de vegetarianismo verdadeiro ou vegano, exclui todos os produtos de origem animal. Vegetarianos estritos não comem qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, frutos do mar, mel, etc.
Fonte: Vida
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Dicas de como manter uma alimentação saudável nas férias
Mesmo sem seguir muitas regras, é possível aproveitar as delícias do verão sem grandes prejuízos para a saúde.
Não precisar seguir a agenda de compromissos e tarefas que temos durante todo o ano é um dos grandes prazeres de estar em férias. Não ter horário para dormir, acordar ou comer é comum neste período e até ajuda a mente a descansar para enfrentar melhor o trabalho ou os estudos que nos esperam na volta.
Mas a ausência de rotina, especialmente quando falamos de alimentação, pode acabar prejudicando a saúde. Refeições desregradas, sem horários definidos, pobres em nutrientes e normalmente acompanhadas de bebidas alcoólicas, são mais comuns nas férias e trazem consequências ruins para o organismo, pois não damos a ele o tempo necessário para se refazer dos excessos.
— Exemplificando com a bebida alcoólica: quem bebe hoje e só beberá novamente depois de quatro ou cinco dias, alimentando-se bem neste intervalo, terá minimizado o efeito do álcool. Mas quem ingere bebidas alcoólicas diariamente não permite que o corpo elimine as toxinas, perde nutrientes em maior quantidade e altera as enzimas hepáticas, o que pode comprometer o organismo — explica a nutricionista Lenice Zarth Carvalho.
Portanto, a recomendação é organizar, pelo menos um pouco, a rotina e a alimentação também nos momentos de descanso. Ninguém precisa deixar de aproveitar as férias e tudo de bom que ela oferece, mas é importante lembrar que o organismo precisa de um tempo para se recuperar. Tudo depende da forma e da frequência com que a alimentação é desequilibrada.
Como organizar a alimentação nas férias
Com um pouco disciplina é possível aproveitar as delícias gastronômicas do verão sem grandes prejuízos para a saúde. Mesmo que as condições não sejam as ideais, a adoção de alguns hábitos simples podem fazer toda a diferença. A nutricionista Lenice Zarth Carvalho dá algumas sugestões.
No fim de semana
— Coma o que estiver disponível nas refeições sociais, mas coma pouco
— Faça sempre um lanche antes de ir a um churrasco. Essas refeições normalmente atrasam e você comerá demais por fome demasiada. Coma também antes de sair para uma festa ou apenas para dançar. Depois de um tempo, a fome aparecerá, e você conseguirá se manter bem comendo menos
— Beba com moderação, sempre depois de comer
— Beba água intercalada com bebidas alcoólicas. Não mate a sede com álcool
— Nos intervalos das refeições, coma frutas que satisfazem e reidratam
— O fígado necessita de vários nutrientes para se desintoxicar, normalmente encontrados em frutas e vegetais, principalmente os verdes escuros. Consuma-os sempre que possível
— Naquelas refeições onde cada pessoa contribui com um prato, aproveite para levar saladas especiais e/ou frutas. Muitos não querem ter o trabalho de preparar, mas se estiverem disponíveis, todos consomem
— Se você costuma ficar na praia durante todo o dia, faça um lanche reforçado no final da tarde. Aqui vale um bom sanduiche integral, um wrap ou ainda um açaí completo com granola e frutas
— Não tome sucos durante o dia, prefira água. Suco pode ser ingerido no café da manhã
— Faça um bom café da manhã com suco, frutas, pão integral, queijo e/ou ovos. Você se manterá bem na praia sem ter que sucumbir a frituras e sorvetes
Durante a semana:
— Evite as bebidas alcoólicas, dê uma trégua para o fígado
— Lembre-se de beber oito copos de água todos os dias
— Na segunda-feira, faça um almoço vegetariano: saladas, vegetais cozidos, arroz e grãos. A refeição fica completa e a digestão é mais fácil
— Evite farináceos refinados como lanches. Prefira algumas castanhas, chocolate 70% de cacau, frutas frescas ou frutas secas com moderação. Assim você mantém sua glicemia mais baixa
— Evite comer carne vermelha diariamente. Duas vezes por semana é o suficiente
— Evite jantares pesados. Prefira saladas completas com proteínas como queijos, ovos ou peixes. Só inclua carboidratos se você treina no final da tarde
— Dispense alimentos gordurosos como frituras, molhos a base de nata ou queijo, sorvetes cremosos e croissants
— De preferência para guarnições caseiras como arroz integral, batata, aipim, polenta e mandioquinha, evitando lasanhas, quiches, raviólis e outras massas que vêm acrescidas de molhos pesados
— Procure ingerir frutas ou vegetais em todas as refeições para desintoxicar
— Evite cafés e refrigerantes em excesso
Fonte: Vida
Não precisar seguir a agenda de compromissos e tarefas que temos durante todo o ano é um dos grandes prazeres de estar em férias. Não ter horário para dormir, acordar ou comer é comum neste período e até ajuda a mente a descansar para enfrentar melhor o trabalho ou os estudos que nos esperam na volta.
Mas a ausência de rotina, especialmente quando falamos de alimentação, pode acabar prejudicando a saúde. Refeições desregradas, sem horários definidos, pobres em nutrientes e normalmente acompanhadas de bebidas alcoólicas, são mais comuns nas férias e trazem consequências ruins para o organismo, pois não damos a ele o tempo necessário para se refazer dos excessos.
— Exemplificando com a bebida alcoólica: quem bebe hoje e só beberá novamente depois de quatro ou cinco dias, alimentando-se bem neste intervalo, terá minimizado o efeito do álcool. Mas quem ingere bebidas alcoólicas diariamente não permite que o corpo elimine as toxinas, perde nutrientes em maior quantidade e altera as enzimas hepáticas, o que pode comprometer o organismo — explica a nutricionista Lenice Zarth Carvalho.
Portanto, a recomendação é organizar, pelo menos um pouco, a rotina e a alimentação também nos momentos de descanso. Ninguém precisa deixar de aproveitar as férias e tudo de bom que ela oferece, mas é importante lembrar que o organismo precisa de um tempo para se recuperar. Tudo depende da forma e da frequência com que a alimentação é desequilibrada.
Como organizar a alimentação nas férias
Com um pouco disciplina é possível aproveitar as delícias gastronômicas do verão sem grandes prejuízos para a saúde. Mesmo que as condições não sejam as ideais, a adoção de alguns hábitos simples podem fazer toda a diferença. A nutricionista Lenice Zarth Carvalho dá algumas sugestões.
No fim de semana
— Coma o que estiver disponível nas refeições sociais, mas coma pouco
— Faça sempre um lanche antes de ir a um churrasco. Essas refeições normalmente atrasam e você comerá demais por fome demasiada. Coma também antes de sair para uma festa ou apenas para dançar. Depois de um tempo, a fome aparecerá, e você conseguirá se manter bem comendo menos
— Beba com moderação, sempre depois de comer
— Beba água intercalada com bebidas alcoólicas. Não mate a sede com álcool
— Nos intervalos das refeições, coma frutas que satisfazem e reidratam
— O fígado necessita de vários nutrientes para se desintoxicar, normalmente encontrados em frutas e vegetais, principalmente os verdes escuros. Consuma-os sempre que possível
— Naquelas refeições onde cada pessoa contribui com um prato, aproveite para levar saladas especiais e/ou frutas. Muitos não querem ter o trabalho de preparar, mas se estiverem disponíveis, todos consomem
— Se você costuma ficar na praia durante todo o dia, faça um lanche reforçado no final da tarde. Aqui vale um bom sanduiche integral, um wrap ou ainda um açaí completo com granola e frutas
— Não tome sucos durante o dia, prefira água. Suco pode ser ingerido no café da manhã
— Faça um bom café da manhã com suco, frutas, pão integral, queijo e/ou ovos. Você se manterá bem na praia sem ter que sucumbir a frituras e sorvetes
Durante a semana:
— Evite as bebidas alcoólicas, dê uma trégua para o fígado
— Lembre-se de beber oito copos de água todos os dias
— Na segunda-feira, faça um almoço vegetariano: saladas, vegetais cozidos, arroz e grãos. A refeição fica completa e a digestão é mais fácil
— Evite farináceos refinados como lanches. Prefira algumas castanhas, chocolate 70% de cacau, frutas frescas ou frutas secas com moderação. Assim você mantém sua glicemia mais baixa
— Evite comer carne vermelha diariamente. Duas vezes por semana é o suficiente
— Evite jantares pesados. Prefira saladas completas com proteínas como queijos, ovos ou peixes. Só inclua carboidratos se você treina no final da tarde
— Dispense alimentos gordurosos como frituras, molhos a base de nata ou queijo, sorvetes cremosos e croissants
— De preferência para guarnições caseiras como arroz integral, batata, aipim, polenta e mandioquinha, evitando lasanhas, quiches, raviólis e outras massas que vêm acrescidas de molhos pesados
— Procure ingerir frutas ou vegetais em todas as refeições para desintoxicar
— Evite cafés e refrigerantes em excesso
Fonte: Vida
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Colesterol deve ser controlado desde cedo
Especialista recomenda que índices sejam medidos regularmente a partir dos 20 anos de idade
Jovens que cultivam hábitos saudáveis e controlam as taxas de
colesterol e triglicérides desde cedo já estão se prevenindo de doenças
cardiovasculares no futuro. Pesquisa publicada no jornal da American
Heart Association (Circulation) revela que dois terços da população dos
Estados Unidos desconhecem que os fatores de risco de infarto e derrame
(AVC) podem surgir bem antes da fase adulta.
A biomédica Clélia Machado afirma que mesmo quem apresenta taxas consideradas normais (colesterol total menor de 200 e triglicérides abaixo de 150) não está livre de complicações futuras. Tudo depende de um conjunto de fatores que leva em conta, por exemplo, se o paciente é fumante, se tem pressão alta, diabetes, histórico familiar e doenças ateroscleróticas.
— A partir dos 20 anos de idade, é importante procurar um médico de confiança e realizar as dosagens de colesterol e triglicérides periodicamente. Diante de qualquer alteração, é necessário repetir a análise mais frequentemente e buscar orientação médica para iniciar um tratamento apropriado — diz Clélia.
O consumo exagerado de alimentos como carnes gordas, leite integral, queijos amarelos, bacon, manteiga e banha, por exemplo, pode elevar os níveis de colesterol. Ao mesmo tempo, o excesso de álcool e o consumo de carboidratos e açúcar em grandes quantidades também podem fazer os níveis de triglicérides subir.
Na opinião da biomédica, para manter a saúde em dia é interessante optar por alimentos com menos gordura, incluindo carnes magras. Além disso, é recomendável que se retire a gordura visível da carne, frango e peixe antes de cozinhar, evitando fritar os alimentos.
— Grelhar, assar, cozinhar ou refogar é sempre melhor que fritar. Com relação ao leite e seus derivados, prefira os desnatados e reduza o uso de maionese, margarina, manteiga, molhos cremosos e temperos oleosos. É fundamental, também, incluir muitas frutas e vegetais frescos no cardápio diário e encontrar uma forma prazerosa de combater o sedentarismo.
Fonte: Bem-Estar
A biomédica Clélia Machado afirma que mesmo quem apresenta taxas consideradas normais (colesterol total menor de 200 e triglicérides abaixo de 150) não está livre de complicações futuras. Tudo depende de um conjunto de fatores que leva em conta, por exemplo, se o paciente é fumante, se tem pressão alta, diabetes, histórico familiar e doenças ateroscleróticas.
— A partir dos 20 anos de idade, é importante procurar um médico de confiança e realizar as dosagens de colesterol e triglicérides periodicamente. Diante de qualquer alteração, é necessário repetir a análise mais frequentemente e buscar orientação médica para iniciar um tratamento apropriado — diz Clélia.
O consumo exagerado de alimentos como carnes gordas, leite integral, queijos amarelos, bacon, manteiga e banha, por exemplo, pode elevar os níveis de colesterol. Ao mesmo tempo, o excesso de álcool e o consumo de carboidratos e açúcar em grandes quantidades também podem fazer os níveis de triglicérides subir.
Na opinião da biomédica, para manter a saúde em dia é interessante optar por alimentos com menos gordura, incluindo carnes magras. Além disso, é recomendável que se retire a gordura visível da carne, frango e peixe antes de cozinhar, evitando fritar os alimentos.
— Grelhar, assar, cozinhar ou refogar é sempre melhor que fritar. Com relação ao leite e seus derivados, prefira os desnatados e reduza o uso de maionese, margarina, manteiga, molhos cremosos e temperos oleosos. É fundamental, também, incluir muitas frutas e vegetais frescos no cardápio diário e encontrar uma forma prazerosa de combater o sedentarismo.
Fonte: Bem-Estar
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Excesso de exercício é tão prejudicial quanto sedentarismo, diz estudo
Segredo para aumentar a longevidade é praticar exercícios moderados.
Inúmeros estudos já comprovaram que praticar exercícios físicos é um dos segredos para aumentar a longevidade. Mas tudo tem limite. Isso porque treinar em excesso, o chamado overtrainig, pode ser tão prejudicial quanto o sedentarismo. É o que mostra uma pesquisa publicada em 29 de novembro no periódico Heart, do grupo British Medical Journal (BMJ).
Segundo os autores, que faziam parte do Saint Luke's Mid America Heart Institute e da University of Queensland School of Medicine, nos Estados Unidos, embora o treino regular seja benéfico, o exagero pode torná-lo mais prejudicial. Recomenda-se, portanto, realizar exercícios vigorosos por 30 a 50 minutos ao dia. Exceder esse limite ocasiona, sobretudo, problemas ao coração.
Para ilustrar tal efeito, os especialistas usaram um estudo apresentado em maio na Sociedade Europeia de Cardiologia, na Irlanda. Após acompanhar 52.600 pessoas durante 30 anos, eles descobriram que os voluntários que corriam tinham um risco 19% menor de morrer nesse período do que aqueles que não praticavam a atividade. A média, entretanto, escondia um dado muito importante: aqueles que corriam de dez a 30 quilômetros por semana apresentaram um risco 25% menor de mortalidade, enquanto que os que corriam entre 30 e 40 quilômetros não apresentaram qualquer vantagem sobre os sedentários.
Os resultados exemplificam a chamada "curva em U", em que uma ponta representa o overtraining e a outra o sedentarismo. A base ou meio termo, por sua vez, mostra o ponto em que o indivíduo mais se beneficiaria. Por isso, mesmo quem se submete a provas de exercícios vigorosos deve tentar levar um treino mais leve nos demais dias do ano.
Seu treino é eficaz ou só pesado?
Mais disposição, corpo em forma e melhora da postura são apenas alguns dos primeiros benefícios que a prática de exercícios revela. Com o tempo, entretanto, é normal querer aumentar a carga, esticar a distância e traçar novas metas. Mas será que você não está exagerando? Veja alguns sinais de que seu treino está excessivamente pesado:
1. Frequência cardíaca
A frequência cardíaca ideal deve obedecer a seguinte fórmula: 65% a 85% de 210 - a sua idade. Ela comprova que o organismo está promovendo a queima de gordura de forma saudável.
2. Fôlego
Perder o fôlego durante o exercício significa que você submeteu seu corpo a uma intensidade de exercícios acima do que ele é capaz de aguentar. Neste caso, diminua o ritmo até recuperar a respiração normal. Evite a parada brusca da atividade.
3. Dor
Sentir dores musculares após o treino é normal, principalmente nos primeiros dias de atividade. Entretanto, voltar para casa com dificuldade de se locomover ou sentir necessidade de tomar medicamentos para amenizar a dor indicam problemas.
4. Frequência
Dê tempo para o seu corpo descansar. Repita seu treino apenas 24h depois do anterior. Mesmo os treinos aeróbios precisam desse intervalo.
Fonte: Portal da Educação Física
Inúmeros estudos já comprovaram que praticar exercícios físicos é um dos segredos para aumentar a longevidade. Mas tudo tem limite. Isso porque treinar em excesso, o chamado overtrainig, pode ser tão prejudicial quanto o sedentarismo. É o que mostra uma pesquisa publicada em 29 de novembro no periódico Heart, do grupo British Medical Journal (BMJ).
Segundo os autores, que faziam parte do Saint Luke's Mid America Heart Institute e da University of Queensland School of Medicine, nos Estados Unidos, embora o treino regular seja benéfico, o exagero pode torná-lo mais prejudicial. Recomenda-se, portanto, realizar exercícios vigorosos por 30 a 50 minutos ao dia. Exceder esse limite ocasiona, sobretudo, problemas ao coração.
Para ilustrar tal efeito, os especialistas usaram um estudo apresentado em maio na Sociedade Europeia de Cardiologia, na Irlanda. Após acompanhar 52.600 pessoas durante 30 anos, eles descobriram que os voluntários que corriam tinham um risco 19% menor de morrer nesse período do que aqueles que não praticavam a atividade. A média, entretanto, escondia um dado muito importante: aqueles que corriam de dez a 30 quilômetros por semana apresentaram um risco 25% menor de mortalidade, enquanto que os que corriam entre 30 e 40 quilômetros não apresentaram qualquer vantagem sobre os sedentários.
Os resultados exemplificam a chamada "curva em U", em que uma ponta representa o overtraining e a outra o sedentarismo. A base ou meio termo, por sua vez, mostra o ponto em que o indivíduo mais se beneficiaria. Por isso, mesmo quem se submete a provas de exercícios vigorosos deve tentar levar um treino mais leve nos demais dias do ano.
Seu treino é eficaz ou só pesado?
Mais disposição, corpo em forma e melhora da postura são apenas alguns dos primeiros benefícios que a prática de exercícios revela. Com o tempo, entretanto, é normal querer aumentar a carga, esticar a distância e traçar novas metas. Mas será que você não está exagerando? Veja alguns sinais de que seu treino está excessivamente pesado:
1. Frequência cardíaca
A frequência cardíaca ideal deve obedecer a seguinte fórmula: 65% a 85% de 210 - a sua idade. Ela comprova que o organismo está promovendo a queima de gordura de forma saudável.
2. Fôlego
Perder o fôlego durante o exercício significa que você submeteu seu corpo a uma intensidade de exercícios acima do que ele é capaz de aguentar. Neste caso, diminua o ritmo até recuperar a respiração normal. Evite a parada brusca da atividade.
3. Dor
Sentir dores musculares após o treino é normal, principalmente nos primeiros dias de atividade. Entretanto, voltar para casa com dificuldade de se locomover ou sentir necessidade de tomar medicamentos para amenizar a dor indicam problemas.
4. Frequência
Dê tempo para o seu corpo descansar. Repita seu treino apenas 24h depois do anterior. Mesmo os treinos aeróbios precisam desse intervalo.
Fonte: Portal da Educação Física
Barriga negativa é a última loucura na busca do 'corpo perfeito'
Ter tanquinho já não basta. A última loucura fitness, agora, é a barriga negativa.
O que vem a ser: um abdome com curvatura invertida. Nesse corpo, os ossos do quadril e das costelas são mais proeminentes que a barriga.
O estilo ganhou fama e gerou debate quando a modelo sul-africana Candice Swanepoel, 24, publicou uma foto na internet exibindo orgulhosamente sua não barriga.
Candice foi criticada por fazer apologia da magreza extrema. Mas já há na internet fórmulas com dieta e exercícios para quem sonha em ter um buraco no centro do corpo igual ao da modelo.
"Não tem como inverter a curvatura do músculo. Para ter uma barriga côncava, a pessoa precisa perder, além de gordura, massa magra", afirma o fisiologista do exercício Turíbio Leite de Barros, da Unifesp.
Na opinião do educador físico Saturno de Almeida, é uma estética na contramão da saúde. "Barriga negativa, para mim, é anorexia."
Fonte: Folha de S.Paulo
O que vem a ser: um abdome com curvatura invertida. Nesse corpo, os ossos do quadril e das costelas são mais proeminentes que a barriga.
O estilo ganhou fama e gerou debate quando a modelo sul-africana Candice Swanepoel, 24, publicou uma foto na internet exibindo orgulhosamente sua não barriga.
Candice foi criticada por fazer apologia da magreza extrema. Mas já há na internet fórmulas com dieta e exercícios para quem sonha em ter um buraco no centro do corpo igual ao da modelo.
"Não tem como inverter a curvatura do músculo. Para ter uma barriga côncava, a pessoa precisa perder, além de gordura, massa magra", afirma o fisiologista do exercício Turíbio Leite de Barros, da Unifesp.
Na opinião do educador físico Saturno de Almeida, é uma estética na contramão da saúde. "Barriga negativa, para mim, é anorexia."
Fonte: Folha de S.Paulo
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