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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Veja as diferenças e saiba como escolher os embutidos

Apesar de serem boas fontes proteicas, alimentos como presunto e mortadela são repletos de aditivos químicos
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Eles são companhia frequente do pão, da pizza e de muitas outras receitas. Mas quando o assunto é uma dieta saudável, colocar os embutidos na lista torna-se uma tarefa bem difícil.

Apesar de serem uma boa fonte de proteína, alimentos como presunto, mortadela e salame são carregados de aditivos químicos prejudiciais ao organismo. Glutamato monossódico, aromas artificiais, espessantes, corantes e conservantes são apenas alguns dos nomes que constam na lista de ingredientes dos embutidos. E nem o peito de peru, figura comum no cardápio de quem quer perder peso, escapa deles.

— Apesar de o peito de peru ser pouco calórico, com todas essas substâncias adicionadas fica longe de ser considerado saudável — avalia a nutricionista Thaís Rasia.

De acordo com a especialista, os compostos nitrogenados — dentre eles o nitrito de sódio — adicionados para aumentar o tempo de prateleira desses alimentos são associados ao risco de diversas doenças crônicas e, especialmente, ao câncer. Não é por menos que, em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) colocou carnes processadas e embutidos no mesmo patamar de tabaco, bebidas alcoólicas e radiação em relação ao risco de câncer que oferecem.

Além de fazer os frios durarem mais, o acréscimo destas substâncias ainda realça cor e sabor, aspectos que, apesar de chamar a atenção dos consumidores, são desnecessários do ponto vista nutricional.

Sem desmerecer a importância deste grupo de alimentos como fonte proteica, o chefe do Serviço de Nutrologia do Hospital Ernesto Dornelles, Paulo Henkin, sugere que o consumo seja moderado.

— Não é por causa do embutido em si, mas pelos químicos. Quanto mais puro for o alimento, melhor — justifica.

Para Thaís, não há dose segura desse tipo de produto. Ou seja, quanto menos se ingerir, melhor para a saúde:

— Além disso, é fundamental manter uma dieta saudável como um todo — completa.

Em substituição a peito de peru, chester, presunto ou blanquet, Henkin sugere a variação entre proteínas. Carnes assadas, frango desfiado, ovos, peixes e até a carne que sobrou do churrasco são boas alternativas para fugir dos embutidos e seus químicos.

Cuidado com a contaminação

Um cuidado importante na hora de consumir qualquer embutido é evitar a contaminação por bactérias. Conforme o consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia Alexandre Schwarzbold, professor da Universidade Federal de Santa Maria, o consumo desses alimentos contaminados por causar intoxicação alimentar ou infecção alimentar. Em ambos os problemas, os principais sintomas são vômitos, diarreias, fadiga e comprometimento muscular. Dentre as bactérias mais comuns, estão clostridium perfringens, salmonela, estafilococos e clostridium botulinum. Esta última pode provocar até a morte.

É possível identificar a presença de bactérias observando as embalagens. Schwarzbold ensina a fugir daquelas com umidade ou bolhas de gás, que sinalizam a presença de algum microrganismo:

— O ideal é comprar qualquer um desses produtos o mais fresco possível e ficar atento à validade, que tem um prazo muito curto.

Cuidados com a conservação — sempre sob refrigeração abaixo de 5°C — também são importantes para evitar a contaminação.

Qual escolher?

Na hora de escolher o produto na gôndola, Thaís sugere optar por aquele que tiver menos gordura e sódio:

— Assim, podemos dizer que o peito de peru e o blanquet seriam opções "menos ruins". Não digo saudáveis porque a lista de aditivos não é recomendada.

Confira as informações nutricionais de cada uma dos produtos.

Peito de peru (40g - três fatias)
Calorias: 42,4
Proteínas: 8,4g
Sódio: 356mg
Gorduras totais: 0,8g

Presunto magro (40g - três fatias)
Feito de pernil de porco
Calorias: 37,6
Proteínas: 5,7g
Sódio: 415,6mg
Gorduras totais: 1,1g

Blanquet (40g - cinco fatias)
Feito à base de peito de peru
Calorias: 38
Proteínas: 6,4g
Sódio: 314mg
Gorduras totais: 0,7g

Mortadela (40g)
A versão bologna só pode conter porco. As outras acrescentam carne bovina e de ave no preparo.
Calorias: 108
Proteínas: 4,8g
Sódio: 485mg
Gorduras totais: 8,6g

Salame (40g - 10 fatias)
Feito com carne suína e toucinho
Calorias: 102
Proteínas: 6g
Gorduras totais: 12,2g
Sódio: 630mg

*Os valores podem variar de acordo com a marca dos produtos.


Fonte: ZH Vida e Estilo

segunda-feira, 27 de março de 2017

Desequilíbrio entre ingestão alimentar e gasto energético acelera sobrepeso

O excesso de peso e a obesidade estão entre os maiores problemas de saúde pública no mundo. Estima-se, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que em 2025 tenhamos cerca de 2,3 bilhões de adultos com sobrepeso e mais de 700 milhões obesos. O número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo pode hegar a 75 milhões, caso nada seja feito.

A população brasileira sofre uma transição nutricional na infância, com redução da desnutrição e crescimento do excesso de peso e obesidade. Além disso, mais da metade da população adulta brasileira apresenta excesso de peso. Buscamos constantemente os vilões para o controle deste peso e a redução de percentual de gordura.
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Não existe apenas um vilão. A questão é muito complexa e está relacionada com o estilo de vida, o desequilíbrio entre ingestão alimentar (má qualidade na escolha e combinação dos alimentos) e gasto energético - prática regular de exercício físico. Observa-se redução no consumo de frutas, hortaliças, leguminosas e cereais, e aumento na ingestão de produtos industrializados, processados e ultraprocessados.

A população brasileira possui grande variedade de alimentos e grande consumo de carboidratos ao longo do dia. Nas últimas décadas, preparações mais elaboradas e industrializadas, que antes eram consumidas apenas em dias especiais ou no fim semana, passaram a ser ingeridas durante a semana. Acrescentamos muita gordura (margarina, óleos, manteiga, creme de leite, queijos) através da adição de molhos, cremes e frituras. Além disso, nós aumentamos a quantidade de carboidratos no prato (arroz, batata, pães e farinhas) em todas as refeições.

A associação "bombástica" de carboidratos e gorduras promove pratos de alta densidade energética. O excesso de carboidratos na dieta leva a estímulos constantes à insulina. Após uma refeição rica em carboidratos os níveis de glicose sanguínea se elevam e o corpo tenta reduzir estas concentrações produzindo insulina pelo pâncreas. A insulina acelera o transporte de glicose para os tecidos (cérebro, tecido adiposo, músculo, trato gastrointestinal, rins) reduzindo os níveis glicêmicos.

Estudos demonstram que a alimentação rica em carboidratos e os estímulos elevados e constantes à insulina estão relacionados ao aumento da fome, redução da saciedade, aumento dos triglicerídeos, redução do HDL colesterol, esteatose hepática (gordura no fígado), doenças cardiovasculares, resistência à insulina, diabetes e adiposidade.

Não existe a melhor dieta (low carb, cetogênica, contagem de calorias ou paleolítica). Cabe ao profissional de nutrição após entrevista com seu paciente, de acordo com os objetivos e durante as consultas, avaliar e reavaliar as melhores estratégias nutricionais. Excluir grupos alimentares pode trazer prejuízos á saúde e performance esportiva.

As dietas com redução na proporção de carboidratos são benéficas para redução do peso e do percentual de gordura. Entretanto, determinar a quantidade de carboidrato que cada indivíduo deve ingerir dependerá dos objetivos e fase do tratamento, modalidade esportiva, tipo, volume, intensidade de treinamento, história clínica e estilo de vida do paciente.

Algumas atitudes podem contribuir para menor estímulo insulínico, melhor controle do peso e promoção da saúde:

- aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes
- reduzir o consumo de alimentos industrializados, processados e ultraprocessados
- dar preferência por alimentos integrais: maior teor de fibras, maior saciedade, menor estímulo á insulina
- realizar refeições mistas e reduzir o índice glicêmico das refeições, associando por exemplo carboidratos e proteínas nos lanches intermediários.
- aumentar o consumo de gorduras monoinsaturadas: abacate, azeite, castanhas
- dar preferência a preparações assadas, grelhadas, cozidas e levemente refogadas.
- Para os refogados ou preparações que precisem utilizar "gorduras" utilizar azeite ou óleo de coco
- Praticar exercício regularmente e manter-se ativo (exemplo de alguns dos benefícios: melhora a composição corporal e possui efeito "hipoglicemiante").
- na grande refeição, maior atenção quanto à montagem do prato e escolha dos alimentos: metade do prato com hortaliças A e B verduras e legumes, e a outra metade com proteína animal ou vegetal e cereais, grãos ou hortaliças C (batata, aipim, inhame)


Fonte: Globo Esporte

quarta-feira, 15 de março de 2017

O que é kefir?

Similar ao iogurte, o kefir é um leite fermentado na presença de grãos ricos em bactérias ácido-lácticas, bactérias ácido-acéticas e leveduras. Esses micro-organismos convivem em simbiose envoltos por uma matriz de um polissacarídeo de nome Kefiran.
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O kefir é um antioxidante, o que significa que pode ajudar a prevenir doenças cardíacas (estudos descobriram que o kefir pode diminuir níveis de colesterol), câncer e sinais de envelhecimento ao proteger suas células de danos.

Também existe o cultivo de kefir em água, com açúcar mascavo. Entretanto não se deve misturar os grãos de leite à água e vice-versa. O kefir de leite tem como principal alimento a lactose, enquanto o kefir de água vai utilizar a sacarose do açúcar mascavo para realizar a fermentação.

Sendo feito com leite, o kefir é 99,99% livre de lactose. A razão para isso é que as bactérias e a levedura se alimentam da lactose no leite e a transformam em açúcares simples e na enzima lactase, o que ajuda ainda mais o processo de digestão por pessoas intolerantes a lactose.
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O kefir é um alimento de baixa caloria. Em 100 gramas de grãos teremos 37 calorias. O kefir, após adicionado ao leite, terá outros valores calóricos, que vão variar entre os diferentes graus de gordura dos leites disponíveis. Nesse caso, cada 100 ml da mistura terá aproximadamente 90 calorias.

O kefir de água apresentará menor valor calórico ainda, dependendo apenas da quantidade de açúcar que for adicionada a ele.
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Principais Benefícios do kefir:

- É um alimento probiótico, ou seja, rico em bactérias e micro-organismos que fazem bem à flora intestinal.

- Rico em vitamina B12, B1, biotina, K, ácido fólico, cálcio, magnésio, fósforo que ajudam a melhorar o sistema imune, alivia problemas de pele, como eczema e acne.

- Ajuda a reduzir a acidez estomacal em excesso, sendo portanto, um ótimo alimento para pessoas com problemas de gastrite, úlcera e refluxo, entre outros.

- Tem uma importante função referente ao controle de produção da bílis pelo fígado, como também, é indicado como coadjuvante nos casos de hepatite.

- Suas leveduras, bactérias amigas e lactobacilos ajudam a enfrentar e suavizar as crises de colite em suas diversas formas, como também outras patologias relacionadas ao cólon, e ao ataque às bactérias nocivas presentes no intestino. Sendo também um aliado no combate à diarreia, constipação intestinal, e inflamações.

- A presença do cálcio na composição do kefir ajuda no combate a osteopenia, osteoporose e reumatismo.

- Mais uma propriedade importante do kefir está ligada à melhora nas crises de asma, bronquite e tuberculose.

- As alergias, candidíase e outras doenças oportunistas relacionadas ao sistema imunológico em desequilíbrio serão beneficiadas pelo uso do kefir.

- A presença do triptofano estimula o cérebro na produção de endorfinas e serotonina, ajudando nos casos de depressão e ansiedade.

- O kefir ajuda a manter a pele, cabelo e unhas saudáveis.

- Estimula a circulação, favorecendo o bom funcionamento do coração, regulando a pressão arterial e ajudando no combate ao colesterol ruim.

- Rico em proteínas, que são os agentes fundamentais na construção muscular, também ajuda a potencializar a absorção de glicose pelas células musculares, o que promove grande ajuda no rendimento físico.

- É rico em proteínas, que favorecem a aceleração do metabolismo.

- Aumenta os fluídos corporais, ajudando a depurar gorduras e toxinas.
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Como preparar o kefir?
Uma colher de sopa de grãos de kefir, para cada meio litro de leite, costuma ser a melhor proporção para o seu cultivo ideal. Esses grãos deverão ser colocados num vidro juntamente com o leite, deixando em descanso entre 12 até 36 horas. É preciso cobri-lo com um pano de prato comum. O melhor local para guardá-lo enquanto está em fermentação é dentro de um armário. Quando estiver pronto, deve-se agitar o vidro, e a seguir, coá-los. A seguir, deverão retornar ao vidro com nova porção de leite para a próxima fermentação. O kefir pronto poderá ser armazenado em geladeira.

Dicas
- O leite deverá estar fresco.
- Não utilize nenhum utensílio metálico. Prefira coador, vasilhas e talheres de plástico ou outro material.
- Não é necessário lavar os grãos entre um cultivo e outro, mas recomenda-se fazer isso uma vez na semana ou a cada duas semanas. Depois de peneirado, lave os grãos com água filtrada e reinicie o processo.
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Fonte:
http://www.mundoboaforma.com.br/11-beneficios-do-kefir-para-que-serve-e-propriedades/
http://www.mundoboaforma.com.br/kefir-emagrece-ou-engorda-beneficios-e-analise-completa/

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Não gosto de café da manhã. E agora?

O que os especialistas tem a dizer sobre o papel da primeira refeição do dia na garantia de uma alimentação adequada
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É bem provável que você já tenha ouvido falar que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Segundo o nutricionista Rodrigo Cauduro Oliveira Macedo, não existe uma refeição mais importante do que a outra em termos nutricionais. O fundamental, esclarece ele, é manter uma dieta que seja adequada como um todo. O que varia bastante são os hábitos da população de diferentes regiões ou países — dependendo do lugar, costuma-se dar mais relevância a um ou outro momento à mesa. Às vezes, o café da manhã é farto, e o almoço, composto apenas por uma salada ou um sanduíche.

Para quem não gosta de comer logo depois de acordar, Macedo explica que não é obrigatório ingerir algo sem vontade.

Pode-se aguardar até a fome aparecer — é comum que muitos façam o desjejum apenas no local de trabalho.

— Não tem regra, é muito individualizado. O importante é não estar com muita fome quando for comer — recomenda o nutricionista.

Para quem se exercita pela manhã, o melhor é comer antes, respeitando-se um intervalo de pelo menos uma hora entre a refeição e a prática da atividade. Quem acorda com pouco apetite pode optar por um "pré-café", com uma fruta, uma porção de frutas desidratadas ou um suco, deixando o pão e os outros itens para mais tarde, na volta da academia. Malhar em completo jejum é possível em algumas situações, de acordo com o nutricionista.

— Se você vai fazer musculação, que é um exercício mais intenso, pode ter mais desconforto, como tontura, náusea e vômitos.

Mas se for um exercício aeróbico, como correr, pedalar ou nadar, até pode ir em jejum, desde que não tenha uma sensação ruim. Tem que se conhecer — explana Macedo, que indica a presença de um profissional de Educação Física para orientação no caso dos exercícios em jejum.


Fonte: ZH Vida

Alimentar-se de três em três horas já não é unanimidade quando se fala em dieta equilibrada

Reportagem do Caderno Vida ouviu especialistas sobre o intervalo adequado entre as refeições e o que pode trazer riscos à saúde
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Antes amplamente disseminado, o esquema de alimentação em pequenas porções a cada três horas já não é mais visto como regra geral. Não há, segundo o nutricionista Rodrigo Cauduro Oliveira Macedo, uma frequência alimentar obrigatória ou ideal que se possa prescrever para todos.

O mais adequado é saciar a fome, com refeições balanceadas, cumprindo-se uma "agenda" bem particular. Existem pessoas para as quais bastam duas refeições, almoço e janta, e nada mais. O indicado é que nunca se atinja um estágio de fome tão intensa que o mal-estar interfira na capacidade de fazer boas escolhas e acabe induzindo ao exagero na montagem do prato.

— Geralmente perguntamos na consulta: quando você fica quatro, cinco horas sem se alimentar, como funciona a sua próxima refeição? Se você fica bem, se consegue escolher certo, tudo bem. Se fica mais de quatro ou cinco horas sem comer e na próxima refeição come chocolate ou fast-food, aí é bom que tenha uma frequência alimentar maior — exemplifica Macedo, mestre em Ciências do Movimento Humano.

O nutricionista destaca a relação existente entre a saciedade e os nutrientes. Proteínas, de forma geral, oferecem uma sensação de satisfação maior — é o caso de ovos, laticínios e carnes. Em segundo lugar, vêm os carboidratos, principalmente os integrais, como arroz, pão e macarrão. A seguir, as gorduras (óleos, manteiga, oleaginosas). Se a refeição carece de algum desses componentes, é provável que a fome reapareça mais rápido.

Airton Golbert, endocrinologista da Santa Casa e professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), comenta que o tema ainda é discutido em pesquisas. O médico aponta o resultado de um estudo, apresentado no congresso de 2015 da Associação Americana do Diabetes, que avaliou grupos de pacientes que consumiam a mesma quantidade de calorias em duas ou seis refeições diárias. Os cientistas concluíram que o total calórico ingerido é mais importante do que o número de vezes em que essa quantia de calorias é distribuída ao longo do dia.

Golbert concorda que o intervalo apropriado é variável, podendo ser bem diferente de um indivíduo para outro.

— Se a gente comer mais seguido, não vai ficar com muita fome, e comendo pequenas porções o organismo absorve melhor os nutrientes — explica o endocrinologista. — Se o objetivo é emagrecimento, tem que restringir calorias e aumentar o exercício, daí você vai gastar mais, tirar das reservas — resume.

Quem, por vezes, exagera, na churrascada do final de semana ou na festa de aniversário repleta de docinhos e salgadinhos, pode se sentir impelido a "descontar" o excesso na refeição seguinte, o que é contraindicado.

— Se a pessoa come um monte no almoço de domingo e à noite quer pular a janta, o problema vai ser a supercompensação depois. Ela dorme com fome, acorda com fome e, de novo, perde o critério de escolha do alimento — alerta Macedo.


Fonte: ZH Vida